::: Dízimo
  Dizimista fiel - Parte 01
  Dizimista fiel - Parte 02
  Dizimista fiel - Parte 03
  Dizimista fiel - Parte 04
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::: DIZIMISTA

 
Existem muitas situações que podem levar o cristão a ficar nessa situação, mas, é importante lembrar que a fidelidade a Deus deve estar acima de qualquer coisa ou circunstância. O dízimo deve ser retirado das primícias de tudo que o cristão recebe. Deixar de fazê-lo é dar oportunidade ao demônio devorador para agir novamente! Muitos que assim agiram passaram por grandes dificuldades e nunca mais conseguiram acertar suas vidas financeiras. O correto é servir a Deus em primeiro lugar, depois aos outros:

"Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares"
Provérbios 3.9-10


O dízimo como já falamos anteriormente, é um ato individual que expressa confiança em Deus. Por isso, não pode ser dado em nome do marido, esposa, filhos ou parentes sem o consentimento voluntário deles. Existem pessoas que agem impensadamente e por vezes causam confusões e transtornos aos seus familiares. Por exemplo: a esposa cristã que trabalha junto com o marido incrédulo em um comércio da família, não deve jamais retirar o dízimo sem o consentimento do marido, a não ser que ele mesmo retire ou dê a ela liberdade para fazê-lo.

 
 
A finalidade do dízimo é o mantimento da Casa de Deus e na Bíblia não existe nenhuma regra especial, a não ser entregá-lo na Casa de Deus. Mas, por uma questão de consciência, o cristão deve dar o dízimo na igreja onde congrega, onde participa da Santa Ceia e onde se alimenta da Palavra de Deus.


O dízimo deve ser entregue no altar da igreja,
conforme dizem as Escrituras Sagradas, para provimento das condições necessárias para a realização do culto a Deus. Com o dízimo, a igreja pode estabelecer os projetos de evangelização, pagar as despesas com água, luz, telefone, funcionários e manutenção dos pastores e abertura de novos templos.


O dízimo não pode ser utilizado aleatoriamente, ainda que seja em benefício de pessoas carentes e necessitadas. A administração do dízimo cabe exclusivamente à igreja, e, os sacerdotes responsáveis por ela é que devem definir onde e quando utilizá-lo.

Imagine se todos os cristãos utilizassem o dízimo para fazer doações ou algo parecido, a igreja não teria condições de funcionar nem anunciar a salvação. O cristão sincero conhece a necessidade de sua igreja e por isso jamais empregaria o seu dízimo de maneira incorreta, mesmo que isso tivesse aparência de gesto piedoso.